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uma nova ?pátria? para o resgate dos dependentes do crack



O Brasil é o maior consumidor de craque do mundo, são cerca de 1 milhão e 200 mil usuários. De acordo dados da Confederação Nacional dos Municípios, em 90,7 % das cidades brasileiras, o crack é um desafio. É mais do que um problema social, afetando também as áreas da saúde e segurança pública.


Uma explosão de euforia e a grandiosa sensação de poder, são as armas de sedução do crack. Uma mistura de cocaína, bicarbonato de sódio e água. Seu efeito é imediato. A fumaça chega ao pulmão, vai para a corrente sanguínea e atinge o cérebro, na região chamada de circuito de recompensa, onde proporciona prazer. Um processo que demora entre 8 e 15 segundos. Provocando uma explosão de neurotransmissores e, por isso, a vontade de usar mais e mais. A abstinência provoca síndrome do pânico e mania de perseguição. A longo prazo, há a perda de neurônios, consequentemente a perda de memória e concentração, além de doenças psiquiátricas, alucinações e até a perda da inteligência.  


O crack é uma epidemia que está devastando toda uma geração que se reúne para consumir a droga. À luz do dia, em locais públicos e geralmente, próximos aos centros urbanos, viciados passam dias e dias consumindo as pedras. A Cracolândia em São Paulo foi a primeira região do país a se tornar, conhecidamente, o lar de um grande número de dependentes. Para resgatar um dependente da Cracolândia, é preciso mesmo um outro espaço, um novo território, uma nova ?pátria?.  Esta é a proposta da Cristolândia.